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Gatefrog

Tarjar dados de pacientes sem enviar arquivos

Tarje ou pseudonimize dados sensíveis direto no seu dispositivo. Seus documentos nunca saem dele, ideal para consultórios, escritórios de advocacia e peritos.

Solte aqui um PDF com dados sensíveis

Todo o processamento acontece no seu dispositivo. Nada é enviado.

Seu arquivo fica no seu dispositivo · nada é enviado

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Material de divulgação: imagens e QR code para postar ou imprimir

Para mural, newsletter ou redes sociais. Tudo é criado direto no seu aparelho.

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Não coloque dados pessoais. Não respondemos individualmente. 0/1000

Como funciona

  1. 1 Arraste seu PDF para o campo ou escolha o arquivo, também direto do Google Drive ou do Dropbox.
  2. 2 Digite termos de busca, ative a detecção de padrões (data, telefone, nº do convênio …) e confira cada resultado na prévia da página.
  3. 3 Inicie o processamento. Ele acontece direto no seu dispositivo.
  4. 4 Baixe o resultado. Pronto, sem cadastro e sem marca d'água nossa.

Perguntas frequentes

Meus arquivos são enviados?

Não. Com esta ferramenta, seu arquivo nunca sai do seu dispositivo. Mesmo com Google Drive ou Dropbox, ele vem direto da sua nuvem para você, sem passar por nós.

O texto tarjado some mesmo?

Sim. As páginas são refeitas como imagens, então o texto original não existe mais no arquivo final, nem escondido. Faça o teste: não dá para selecionar nem copiar a área tarjada. Os metadados do documento também são apagados.

Existe limite de tamanho de arquivo ou de páginas?

O limite principal é o seu dispositivo, porque é nele que o trabalho acontece. Arquivos de até 100 MB funcionam com segurança. Com arquivos muito grandes, um celular mais antigo precisa de um pouco de paciência.

A ferramenta é gratuita?

Sim. Todas as ferramentas do Gatefrog são gratuitas, sem cadastro, sem instalação e sem marca d'água nossa.

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Por que cobrir não é tarjar

Uma tarja preta colocada só por cima do texto não apaga nada: o texto continua no arquivo e ainda dá para selecionar, copiar e extrair. Órgãos públicos e escritórios de advocacia já passaram vergonha em público exatamente por isso. Por isso esta ferramenta faz diferente: as páginas são reconstruídas, e o texto tarjado não existe mais no arquivo final. Não fica escondido, é removido. Os metadados do documento (autor, título), que muitas vezes trazem nomes, também são apagados automaticamente.

Tarjar ou pseudonimizar?

Tarjar coloca uma tarja preta sobre cada ocorrência, e a informação some. Pseudonimizar troca cada ocorrência por um nome fictício (por exemplo “Fulano de Tal” ou, sempre o mesmo, “Pessoa A”): o documento continua legível, por exemplo para laudos, aulas ou pesquisas. Importante: pseudonimização não é anonimização no sentido da LGPD e do RGPD europeu. Pelo contexto, ainda pode ser possível descobrir de quem se trata.

Meus dados realmente nunca saem do meu dispositivo?

Sim. Análise, busca, pré-visualização e processamento acontecem inteiramente no seu dispositivo. Nenhum arquivo é transferido. Por isso a ferramenta também serve para quem tem dever de sigilo profissional. Atenção: ela ajuda na sua revisão, mas não substitui você. Conferir se tudo foi tarjado continua sendo responsabilidade de quem usa.

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